20 de dez. de 2016

Trilha sonora para a vida


Ja havia protestado por ai:  trilha sonora pra todos momentos da vida! É justo!
Russo ja era seu companheiro desde sempre. Mas não é Mais do mesmo que se quer escrever, ou ler. O momento agora é trilhado por poesias que retratam o cotidiano a dois, a solidão, e a solidão a dois. Estranho. Nando e Moska sabem bem fazer isso. Se revestiu das letras do ruivo pra compreender a si, e os sentimentos que a cercam. Da alegria ao corte dos pulsos, ao som do próprio, se livrou de todo silêncio que ora a afogava. E a dor, que agora já era física, aos poucos foi dando lugar às certezas construídas nesse tempo com essa trilha. Sabia que não seria simples, como em tudo em sua vida, carregada de um certo dramalhão e labirintites.E quantas vidas você tem? Essa mania de deixar as coisas passarem sem serem ditas acabam por se complicando sempre. E de tanto engolir, já não conseguia respirar... não tinha só garganta trancada... mas boca, peito, pensamentos e vontades. A música sempre a acompanhava ... trazia paz, respostas e algumas funcionavam como Mantra ... E não é que deu certo ?! Quem é que vai dizer tchau? ... Ainda não está pronta, mas já recuperou a confiança em si mesma... Um grande avanço! E alguns sons parecem inspirar-se nessa vidinha ... e com fones nos ouvidos e no coração, deixa-se levar pelas letras ... consentindo, concordando, e suspirando ... <3

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26 de out. de 2016

Eu, tu, nós e elas

Andréias, Devianes e Aninhas ... Sei que vcs tentaram me alertar ... mas perdoem-me... o amor em demasia me vendou os olhos.... o óbvio estampado nas provas, nao me deixavam outra alternativa senão apontar o dedo só pra vocês: mensagens, torpedos, e mails já anunciando o início do fim... Mas na tentativa de preservar o "nós", culpar "elas" era muito mais fácil, poderia me eximir do mea culpa, sem necessidade da auto reflexão, nem readaptação do conto de fadas tão sonhado dos comerciais de margarina. Eram "elas" que estava estragando meu plano tão perfeito para o "nós".

O tempo passa... e o "felizes para sempre", tão desejado por qualquer ser que respira, foi ficando mais distante. Até porque cometemos o erro de criar expectativas na relação, e não sabemos lidar quando o pote de margarina acaba.  E é no "tu" que agora a culpa recai ... as histórias, as cenas, as provas se repetem ... mais um alerta dado, e as vendas nos olhos continuam em uso. Já nem acho "elas" tão importante ... Julgo, condeno, e culpo "tu", por não caber nas minhas vontades, por me fazer chorar, por me deixar carregar o peso do mundo! ... Sim era essa a sensação!

O tempo continua passando ... e fiz promessa de que faria tudo diferente se a mesma história se repetisse. Adivinha? Ela se repete. Já era sabido. Eu já tinha me avisado. E cadê a coragem de fazer tudo diferente, de virar o jogo? ... Só então me dei conta que a culpa estava no "eu" ... Ainda sem definir se fraca demais, por não enfrentar o que viria ou virá pela frente, ou forte demais, por suportar em silêncio tanto tempo!

Um alerta piscando em cores fluorescentes, gritando para o "eu". Mostrando que a conjugação dessa história deve ser na primeira pessoa; que o roteiro pode ser alterado, embora o plano inicial fosse outro. Frases clichê retiradas do facebook caem bem nesse momento: "saia da zona de conforto", "amor-próprio em primeiro lugar".

Enfim: amadurecendo, endurecendo, e entristecendo com esse turbilhão de sentimentos concentrados num só "eu".

E depois de escrito, leio, releio, ... só eu vou entender. Ainda assim sigo com o registro, para que um dia tenha a oportunidade de reler e pesar o que valeu a pena ou não! Guardo pra mim, e antes que exploda ... escrevo! Às vezes faz bem, quase um consolo!Um desabafo verborrágico!


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11 de out. de 2016

Rio 2016


Lembro muito bem. O ano era 2009, e a confirmação do Rio de ujaneiro como cidade sede das Olimpíadas me trouxe uma certeza: quero estar lá! E em 2015 e 2016 aconteceram muito mais coisas do que poderia prever no ano que foi dada a notícia.


Em 2015, em meio a crise financeira do país e notícias pessimistas sobre a organização dos jogos, o sonho de participar do evento parecia que ia por água abaixo.Um dia, li a informação que seriam recrutadas pessoas da área de pedagogia, psicologia e administração para fazer a seleção dos voluntários. Um trabalho envolvendo os Jogos Olímpicos e Paralímpicos, em Porto Alegre, e na minha área de formação, muito me interessava. Eu queria fazer parte desta construção, mesmo que fosse de longe!


Foi o que fiz: inscrição no site, entrevista on line, formação e treinamento. Assim, fiz parte durante um mês, da equipe que selecionou os voluntários gaúchos para os Jogos Rio 2016! Imersa nesse espírito olímpico, conheci pessoas, ouvi histórias que motivaram a opção pelo voluntariado, aprendi muito com as trocas. Embora tivesse uma ficha de avaliação e um protocolo a ser seguido, era sabido que todas pessoas que se propuseram a participar das dinâmicas e entrevistas para serem voluntários, já seriam automaticamente escolhidas. Se propor a ajudar, sem saber a quem, é uma grande virtude que deve ser valorizada. Cada um tem um jeito de se propor a ajudar, o que importa é a intenção. 

O fato de reunir cerca de 25 pessoas num grupo com o mesmo propósito, tornava o trabalho diário muito mais leve, isso também pela energia positiva produzida nesse espaço. Sorrisos, gentilezas, boas palavras, só nos motivam, e fazem a diferença no cotidiano. Mesmo com as dificuldades que ora se apresentava, a vontade em estar lá só aumentava, a medida que realizava as dinâmicas e me envolvia com membros do comitê.

Ainda em 2015 a organização do comitê divulgou o primeiro lote para sorteio e compra de ingressos. Ainda sem saber se de fato poderia ir atuar como voluntária, pois os dez dias de atuação era um dos complicadores nessa função, fiz a compra para jogos de voleibol.

A carta convite para voluntária nos Jogos Paralímpicos chegou em fevereiro de 2016, e alguns meses depois veio a definição da função e esporte: assistente do local de competição da Paracanoagem. O mais importante chegou no mês de maio: a escala de trabalho, com os dias de trabalho. Seis dias atuando diretamente na função estabelecida, com uma folga na semana, me davam condições de ir. Pois teria que pedir autorização de afastamento do trabalho de apenas quatro dias.

Autorizada pela SMED/Porto Alegre, equipe diretiva da escola que trabalho, e família, pude começar a me organizar para o que chamaria de Experiência Inesquecível: confirmação de escala de trabalho, compra de passagens, treinamentos on line, treinamento presencial, retirada de uniformes e credencial, reserva de hotel. Ufa! Agora sim, tudo certo!

O cenário da semana era a Lagoa Rodrigo de Freitas, com o Cristo abraçando a causa e toda beleza do Rio de Janeiro ao redor. O primeiro dia de trabalho me despertou para esse encantamento pela cidade, minha cidade de nascimento, e de poucas visitas.
“Gratidão um”: estar neste lugar!
Iniciei minha escala no dia dez de setembro, e as provas de competição seriam só dias quatorze e quinze. Nesse período anterior, em que as delegações treinavam, serviram para conhecer as instalações, os materiais utilizados, o trabalho propriamente dito. A coordenação poderia ter separado os voluntários por grupos de trabalho. Mas não! Todos voluntários passaram por todas funções, para aprender e experimentar situações diferentes. “Gratidão dois”: estar sob a coordenação de pessoas que pensam nas possibilidades de aprendizagem de todo o processo de trabalho, e não preocupam-se apenas com o resultado final.

Passada a tensão do primeiro dia, fiquei admirada pela disposição dos atletas. Pessoas com históricos diversos das suas deficiências estavam ali, com toda vontade em treinar, focados em seus objetivos, cordiais com os voluntários. E cada vez que auxiliava de perto alguma equipe, desde carregar a cadeira, segurar as próteses, alcançar uma garrafa d’água tinha a oportunidade de refletir sobre o que é de fato a deficiência física, e até que ponto ela interrompe os sonhos. A nossa limitação está na mente, e não no corpo.
“Gratidão três”: pela oportunidade de pensar sobre o que me motiva? Até que ponto os meus problemas/dificuldades são empecilhos para a concretização dos nossos sonhos? Quantas das nossas desculpas são de fato verdadeiramente sérias para nos impedir de realizar o que é considerado impossível?

No dia de competição, disposta a cumprir a função que fosse designada, tive a sorte de ficar na linha de chegada, e acompanhar de perto as vitórias e derrotas, os sonhos conquistados, e os postergados; sorrisos e lágrimas. Abraços de conforto e celebração. Cabe aqui a velha frase clichê: “Todos são vitoriosos!”. Pelo pouco incentivo ao paradesporto, poucos patrocinadores, pouca divulgação da canoagem em si, e mesmo assim, permanecem firmes.
“Gratidão quatro”: perceber sucesso também na derrota, valorizando cada passo, acreditando que é possível reconstruir os objetivos.

Dia de folga, aproveitei para assistir outras competições, conhecer outros espaços olímpicos e arenas. Na área de lazer do Parque Olímpico havia vários estandes dos patrocinadores oferecendo vivências diversas com o esporte adaptado para crianças e jovens. Brincadeiras simples, que estimulam o uso de habilidades e sentidos nem tão desenvolvidos.Incrível como as crianças se permitem em se aventurar em situações novas. Louvável essa preocupação do Comitê Olímpico em divulgar as diferentes modalidades, através das atividades práticas.
“Gratidão cinco”: quantas vezes ousamos experimentar algo pela primeira vez? Em que medida nos permitimos?

Eu particularmente, me permiti viajar sozinha, com todos anseios de mãe, esposa, filha e profissional. Correndo o risco de ser questionada e julgada por essa opção. Me cobrando, e de certa forma me culpando por tudo que vivi. Enfrentei meus medos, e sentimentos de reprovação. Resultado? Sobrevivi. E foi maravilhoso. Foram dez dias de intensa aprendizagem para a vida. Faria tudo de novo!
 

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24 de set. de 2016

Da experiência de viajar sozinha


Dos desafios de ousar e tentar não criar expectativas


Aos quarenta, já havia decidido que a partir de agora trocaria aquelas listas de metas do ano (que só me frustravam) por experiências. Inauguro hoje o marcador "Experiências". Um diário de bordo resumido, contando minhas proezas olímpicas, para além dos arcos e credencial. Confesso que inicialmente a ideia não era ir sozinha, mas a tal da "dona crise" nos pegou desprevenido, e entre desistir e ousar viajar sozinha, resolvi arriscar.

Juro que não queria criar expectativas. Queria deixar correr solto, aproveitar todos os momentos conforme surgissem.Mas só o fato de não querer criar expectativas (esse é um dos desafios pessoais), já sai uma lista imensa, quase que de forma inconsciente!

E durante os preparativos, a imaginação corria solta: passeio a Búzios, noite carioca, madrugada na Lapa, posse do controle remoto num quarto de hotel só meu, visita às praias paradisíacas, trilhas, Grupo Corpo no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, shows, conhecer muitas pessoas, muita diversão, ...

Bem ...o Tales e a Laís já estavam convencidos que eu ficaria fora por uns dias, mas na hora do "tchau", coração apertado e aquele sentimento de culpa de mãe. Será que é certo? O que eles vão pensar? O que os outros vão pensar? Não adianta, sempre vem isso a cabeça. Levei uns dias pra desligar.

E já começando na viagem, em que a conexão em Campinas me dava 4 horas de espera. Óbvio que a ideia era sair pela cidade, conhecendo alguns pontos turísticos, mas o cansaço da noite anterior  me deixou sentada por todas essas horas, com preguiça até de fazer lanche. Chegando no Rio, fui direto para o hotel: ônibus, transito lento, caminhada e taxi. Simmm!!! Jurei que sabia caminhar pelas ruas de Ipanema, só porque tinha o Waze. Enfim, precisei pegar um taxi, depois de rodear no mesmo lugar. R$ 7,00 !!!

Hotel oferecido pela organização da Paracanoagem, precisei dividir um quarto com mais uma pessoa. Um pouco tensa por esse momento, sem saber quem seria. Mas tudo bem, pessoa super gente fina. Consegui relaxar e aproveitar a companhia!

Após o check in queria dormir o resto do dia, de tão cansada. Mas e a lista de expectativas que "eu sem querer" havia feito? A ordem era aproveitar a cidade. Fui pra Barra, mais precisamente Rio Centro, tentar comprar ingressos para a partida de vôlei sentado. Brasil jogando. Viagem em vão. Ingressos esgotados para todo final de semana. Já eram oito da noite quando retornei pro Colinas, mega cansada: sem jeito, fui dormir cedo em plena sexta feira no Rio de Janeiro.


Frio na barriga no primeiro dia de trabalho.


Paisagem linda e encantadora. 

Equipe super receptiva.



Pessoas sem pernas caminhando felizes da vida e até sorrindo! Que surpresa!!! E porque deveriam chorar? Estão vivos !!! Esse nosso costume de categorizar o que os outros podem sentir nos limita como seres evoluídos. Confesso que por mais neutralidade que tentasse passar, lidar de perto com essa "deficiência física versus disposição" para a vida me deixava intrigada, parecia que essas duas situações não combinavam. Bobinha eu.

Talvez não tivessem uma parte da perna, ou ela inteira, ou mesmo sem as duas, ou tinham as duas pernas mas não conseguiam movê-las... enfim! Tinham sonhos, objetivos claros, foco, desejo de vida, disposição, saúde, força para dar e vender. Incrível como nos deixamos levar por nossos preconceitos, nos impedindo de pensar para além do físico. O que é um corpo físico frente a uma mente recheada de possibilidades e desejos? Vai muito mais longe! Os sonhos é que impulsionam nosso corpo, e conviver com estes atletas só pude comprovar isso. Principalmente com a israelense, que veio sem equipe técnica, nem familiar, nem amigos. Sozinha num país desconhecido. Pra quê pernas se se tem um sonho?
 
Lição de vida. Sorrir ... enfrentar os problemas de frente, como se não fossem os piores do mundo. Sei que cada um carrega a sua cruz, e sabe o peso dela ... Mas lançar outro olhar pra cruz alheia ajuda um pouquinho a encarar as nossas de forma diferente. Ou deveria.


Primeiro final de semana na Cidade Maravilhosa: quase hibernei (uma delícia!). Bauru sem salada na praça com suco natural de abacaxi (sim!!! febre...), quarto, barulho da tv (nem aí pro controle remoto!), ar ligado, edredom. Ah se não tivesse que estar às seis da manhã no Estádio da Lagoa ... dormiria para sempre!



Ver o sol nascer quase todos os dias. Outro privilégio que tive, isso que nem estava na minha lista de expectativas! Lindo! Só queria agradecer por estar naquele lugar!



E nos dias que antecediam aos dia de competição, as equipes treinavam. E os voluntários passavam por todas funções, de modo que as experiências só aumentavam. Achei uma baita sacada da organização: um cuidado todo especial com nossas aprendizagens. Sempre há algo para aprender, ensinar, trocar. E o grupo era formado por ex praticantes da canoagem, e por pessoas que mal sabiam a diferença de caiaque e canoa, por jovens e velhos, pretos e brancos, homens e mulheres de nascença e escolha de vida! Adorei essa bagunça!


E a semana foi indo devagar, dormindo cada vez mais cedo, sem festas e noitadas, coração de mãe apertado. E deu aquela vontade de não estar mais ali, de querer voltar pra casa. E com tanta liberdade, me sentia sozinha. Com tantas possibilidades, não sabia o que fazer. Com aquela baita lista de expectativas, e vontade nenhuma. Bem feito! Quem mandou?! Aprende!


Acabei desistindo do passeio a Búzios, troquei o tal do paraíso pelas competições. Afinal, eu estava participando do maior evento esportivo do mundo, com mega instalações, atletas super heróis. Não poderia desperdiçar a oportunidade. Assisti ao goalbol, bocha e volei sentado. Visitei o Parque Olímpico, conheci algumas arenas. Não me arrependo da troca. Com certeza voltarei ao Rio.


 


 Dia de competição. Torcida por dentro para o nosso Brasil. Pronta para trabalhar, tentando ser útil em qualquer função. Fui designada para atuar na linha de chegada. Pude acompanhar o percurso percorrido pelos nossos super heróis. Ver no rosto a felicidade de ter conquistado o sonho, e o semblante de quem não foi tão bem. Foi o máximo. 

 
 



Encerrada as competições, último dia de trabalho, organização do material, almoço de confraternização, despedidas, surpresas, e a certeza de que tudo valeu a pena. 


Trabalho encerrado com louvor, dever cumprido, e mais três dias no RJ. E aquela sensação de culpa de novo, saudades dos filhos. Sexta feira na Lapa, seguidos de dois dias hibernando. Tarde de praia e fones de ouvido. Noite em Copa. Malas prontas. Fim de viagem. E que venham outras ...Fica a experiência, e a vontade de viver tudo isso de novo. Se faria diferente? Não sei. Aprendendo a não criar expectativas.
 Obrigada Rio.
Eu volto!


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1 de set. de 2016

Prazer!!!

Mãe de dois. Pedagoga. Educadora física. Blogueira. Negra. Ariana. Roou unhas. 
Adoro praia, de dormir na areia.  Ainda aprendendo a dizer não. 
Uso tênis, odeio salto. Amo música , tenho  trilha sonora pra tudo. Bagunceira. Curto, compartilho e comento. Curiosa.  Viajo muito ouvindo Legião Urbana. Não uso brinco, nem pulseiras, nem maquiagem, nem relógio, nem anel. Quase ogra. Adoro meus cachos. Sou preguiçosa ao quadrado. Ainda acredito nas pessoas. Tenho estria e celulite. Não gosto de mentiras. Poliana.
Odeio acordar cedo. Quarentona. Fominha por voleibol. Ando sempre atrasada. Gosto de rosa, azul e preto.  Amo coca cola, pizza, sorvete, massas, carnes, queijo e creme de leite. 
Meus joelhos doem muito. Detesto verdes e coisas coloridas no prato. 
Péssima dona de  casa. Não sei disfarçar minha cara. Adoro estar entre amigos. Três goles de caipirinha e meia smirnof  já me deixam de pernas bambas e sono. Festas! Que não durem mais que 3 ou 4 horas. Tolero até uns 5 pagodes na sequencia. 
Amo viajar. Amo chocolates, brigadeiro na panela. Um dia vou ser fittnes. Não sei bater boca. Choro. Engulo sapos. Muitos sapos. Tento ser compreensiva. 
Amo a dança, queria mais na minha rotina. Um dia ainda me dedico ao Mestrado em Educação e graduação em Dança.Adoro decoração de festa infantil. Faço. Tenho rinite e sinusite. Odeio caminhar.

Prazer!!! Esta sou eu, não consigo ser diferente!!!

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2 de ago. de 2016

Vício



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